sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Constando um terrível defeito (meu)

sou obsessiva. completamente. de certa forma, creio que essa característica tenha me ajudado a ser quem sou, mas ela é burra no que se refere ao amor. eu quero que o outro - qualquer um, qualquer um, qualquer um mesmo, quando esse um está disfarçado em nomes próprios - tenha a noção de como seria incrível viver aquele um-pouco-mais comigo. os meu desejos... os meus prazeres... os meus segredos... as minhas taras... as minhas reticências... mas a minha maior burrice é não perceber que não ter esses momentos não significa que nada disso exista. e existir é o melhor que tenho a fazer, ponto. posso estar bem comigo mesma. posso ir ou...

- Fernanda Young in Tudo que você não soube

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