Mostrando postagens com marcador Outros Autores. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Outros Autores. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 2 de abril de 2013

Homossexualidade


a homossexualidade é uma ilha cercada de ignorância por todos os lados. nesse sentido, não existe aspecto do comportamento humano que se lhe compare.

não há descrição de civilização alguma, de qualquer época, que não faça referência à existência de mulheres e homens homossexuais. apesar dessa constatação, ainda hoje esse tipo de comportamento é chamado de antinatural.

os que assim o julgam partem do princípio de que a natureza (ou Deus) criou órgãos sexuais para que os seres humanos procriassem; portanto, qualquer relacionamento que não envolva pênis e vagina vai contra ela (ou Ele).

se partirmos de princípio tão frágil, como justificar a prática de sexo anal entre heterossexuais? e o sexo oral? e o beijo na boca? Deus não teria criado a boca para comer e a língua para articular palavras?
se a homossexualidade fosse apenas perversão humana, não seria encontrada em outros animais. desde o início do século 20, no entanto, ela tem sido descrita em grande variedade de espécies de invertebrados e em vertebrados, como répteis, pássaros e mamíferos.

em virtualmente todas as espécies de pássaros, em alguma fase da vida, ocorrem interações homossexuais que envolvem contato genital, que, pelo menos entre os machos, ocasionalmente terminam em orgasmo e ejaculação.

comportamento homossexual envolvendo fêmeas e machos foi documentado em pelo menos 71 espécies de mamíferos, incluindo ratos, camundongos, hamsters, cobaias, coelhos, porcos-espinhos, cães, gatos, cabritos, gado, porcos, antílopes, carneiros, macacos e até leões, os reis da selva.

relacionamento homossexual entre primatas não humanos está fartamente documentado na literatura científica. já em 1914, Hamilton publicou no Journal of Animal Behaviour um estudo sobre as tendências sexuais em macacos e babuínos, no qual descreveu intercursos com contato vaginal entre as fêmeas e penetração anal entre machos dessas espécies. em 1917, Kempf relatou observações semelhantes.

masturbação mútua e penetração anal fazem parte do repertório sexual de todos os primatas não humanos já estudados, inclusive bonobos e chimpanzés, nossos parentes mais próximos.

considerar contra a natureza as práticas homossexuais da espécie humana é ignorar todo o conhecimento adquirido pelos etologistas em mais de um século de pesquisas rigorosas.

os que se sentem pessoalmente ofendidos pela simples existência de homossexuais talvez imaginem que eles escolheram pertencer a essa minoria por capricho individual. quer dizer, num belo dia pensaram: eu poderia ser heterossexual, mas como sou sem vergonha prefiro me relacionar com pessoas do mesmo sexo.

não sejamos ridículos; quem escolheria a homossexualidade se pudesse ser como a maioria dominante? se a vida já é dura para os heterossexuais, imagine para os outros.

a sexualidade não admite opções, simplesmente é. podemos controlar nosso comportamento; o desejo, jamais. o desejo brota da alma humana, indomável como a água que despenca da cachoeira.

mais antiga do que a roda, a homossexualidade é tão legítima e inevitável quanto a heterossexualidade. reprimi-la é ato de violência que deve ser punido de forma exemplar, como alguns países fazem com o racismo.

os que se sentem ultrajados pela presença de homossexuais na vizinhança, que procurem dentro das próprias inclinações sexuais as razões para justificar o ultraje. ao contrário dos conturbados e inseguros, mulheres e homens em paz com a sexualidade pessoal costumam aceitar a alheia com respeito e naturalidade.

negar a pessoas do mesmo sexo permissão para viverem em uniões estáveis com os mesmos direitos das uniões heterossexuais é uma imposição abusiva que vai contra os princípios mais elementares de justiça social.

os pastores de almas que se opõem ao casamento entre homossexuais têm o direito de recomendar a seus rebanhos que não o façam, mas não podem ser fascistas a ponto de pretender impor sua vontade aos que não pensam como eles.

afinal, caro leitor, a menos que seus dias sejam atormentados por fantasias sexuais inconfessáveis, que diferença faz se a colega de escritório é apaixonada por uma mulher? se o vizinho dorme com outro homem? se, ao morrer, o apartamento dele será herdado por um sobrinho ou pelo companheiro com quem viveu trinta anos?

- Drauzio Varella

domingo, 17 de março de 2013

entendeu alguma coisa? não? ok, perfeito assim. se você entendesse, eu ficaria triste por ter conseguido explicar algo sem explicação. e é isso: de onde eu vim, sentimentos são inexplicáveis, mas explicam todo o resto. amor é um sem sentido sentir e dar sentido a tudo. e este tudo, agora, é você. juro.

- Hugo Rodrigues

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013


sabe qual é a triste verdade? as pessoas gostam do sentimento de saber que alguém corre por elas. as pessoas gostam de saber que tem o domínio sobre outra pessoa. as pessoas fingem precisar de quem não precisam, pelo simples fato de quererem se sentir amadas. as pessoas apaixonam umas as outras, sem a intenção de estar junto. as pessoas gostam dos finais, e fazem de tudo pra jogar a culpa do outro lado. a maioria não ama, faz amar. e nunca são o que se dizem ser.

- Sean Wilhelm

quarta-feira, 19 de setembro de 2012


nem parece que já vai chegar novembro, ainda nem cumpri as promessas de fevereiro.

- Caio Augusto Leite

terça-feira, 28 de agosto de 2012

que ele tem um rosto que é praticamente um abuso, carregando todos os adjetivos mais belos possíveis.

- Jaya Magalhães

terça-feira, 6 de março de 2012

e aqui dentro, igualmente, a verossimilhança que denuncia o brilho dos teus olhos ocultos, você não passa. você não sara. você não finda. você não seca. você não cessa. você não morre.

- Vera Fornaciari

domingo, 13 de novembro de 2011

é preciso muito pouco. a alegria está muito próxima. mora no momento. perdemos a alegria porque pensamos que ela virá no futuro, depois de algum evento portentoso que mudará a nossa vida.

- Rubem Alves

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

no fim das contas, faltou dinheiro. faltou tanta coisa mais importante do que dinheiro.

- Rodrigo Tavares

sexta-feira, 30 de setembro de 2011


“carências... quem não gosta de ser amado? de receber atenção especial? quem não gosta de beijo na boca e abraços apertados? quem prefere a solidão a uma boa companhia? nesse mundo maluco e agitado, as pessoas estão se encontrando hoje, se amando amanhã e entrando em crise depois de amanhã. uma coisa frenética e louca, que tem feito muita gente que se julgava equilibrada perder os parafusos e fazer muita besteira. paixão, loucura e obsessão, três dos mais perigosos ingredientes que estão crescendo nos relacionamentos de hoje em dia por causa da velocidade das informações e o medo de ficar sozinho. as pessoas não estão conseguindo conviver sozinhas com seus defeitos, vícios e qualidades e partem desesperadamente para encontrar alguém, a tal da alma gêmea, e se entregam muitas vezes aos primeiros pares de olhos que piscam para o seu lado. vale tudo nessa guerra, chat, carta, agência, festas. é uma guerra para não ficar sozinho. medo, medo de se encarar no espelho e perceber as próprias deficiências, medo de encarar a vida e suas lutas. então a pessoa consegue alguém (ou acha que está nascendo um grande amor), fecha os olhos para a realidade e começa a viver um sonho, trancado em si mesmo, transfere toda a sua carência para o(a) parceiro(a), transfere a responsabilidade de ser feliz para uma pessoa que na verdade ela mal conhece. então, um belo dia, vem o espanto, vem a realidade, o caso melado, o “falso amor” acaba, e você que apostou todas as suas fichas nesse romance fica sem chão, sem eira nem beira, e o pior: muitas vezes fica sem vontade de viver. pobre povo desse século da pressa! precisamos urgentemente voltar o costume “antigo” de “ter tempo”, de dar um tempo para o tempo nos mostrar quem são as pessoas.”

- Luís Fernando Veríssimo

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

porque pensar demais faz a gente desistir. o que enlouquece é a certeza, não a dúvida. pensar demais faz a gente pensar besteira.

- Rodrigo Tavares

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

só tem um problema na sua vida. você se preocupa demais. sempre fica emotiva demais. nervosa demais. se eu jurar que você nunca vai ter nenhum motivo na vida para se preocupar, você vai acreditar em mim?

- Elizabeth Gilbert in Comer, rezar, amar

domingo, 4 de setembro de 2011

salve o amor. aquele de conchinha e barba na nuca, que pode durar pra sempre ou só até amanhã. aquele amor sem medo, sem freio, que ama e pronto. salve o amor que a gente dá e pega de volta outra hora, outro dia, com outra pessoa. aquele aconchego facinho que não posa, não se esforça, não finge. salve o amor-próprio, que resolve a vida de muitos, o amor das amigas, que aguenta, arrasta e levanta. salve o amor na pista, que roça, se esfrega, se joga e vai embora. um amor só pra hoje, sem pacote pra presente, sem laço ou dedicatória. salve o primeiro amor, que rasgou, perfurou, corroeu... ensinou. salve o amor selvagem, o amor soltinho, o amor amarradinho. salve o amor da madrugada, sincero enquanto dure e infinito posto que é chama. salve o amor nu, despido de inverdades e traquitanas eletrônicas. salve o amor de dois a dez, um amor sem vergonha, sem legenda. salve o amor eterno, preenchido de muitos ardores. salve o amor gigante, mas sem palavras, o rotativo e o escrito, salve o amor rimado, cego, de quatro. salve o amor safado, sincero e sincopado, o amor turrão e o encaixado.

- Lia Block

sábado, 25 de junho de 2011

eu tenho medo de acreditar em você, de te desejar tanto tanto e acabar descobrindo que eu ainda tenho um coração e que ele ainda pode amar muito alguém. não, eu digo a mim mesma, eu não vou me apaixonar e nem desejar saber tudo ao seu respeito, querer conhecer sua mãe e ser apresentada aos seus amigos. você não sabe, mas quando eu chego em casa eu repasso cada palavra que você disse, cada gesto que você fez, cada beijo seu e me pergunto se vale mesmo a pena. você é gentil, simpático e diz todas as coisas que deveria, pena que você não sabe que esse é seu maior problema.

- Carolina Assis

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Be Happy

sabe aqueles momentos que você se frustra por qualquer bobagem? que você esta mais frágil que uma porcelana? são nesses momentos que você levanta a cabeça e segue em frente.
isso acontece quando seu coração não aguenta mais conhecer o sofrimento, não aguenta mais saber o que é saudade, o que é querer alguém por perto e não poder ter.
pensa que não tem mais saída, que sua vida acabou mais não, levante-se, você ainda tem muito pra ver.

você agora sente que precisa muito dele pra poder sobreviver e algum dia ser feliz, mais acredite, o sol vai e deixa a escuridão, mais ele volta, nada pode impedi-lo. faça com que nada possa te impedir a voltar a ser feliz.

pense o que quiser, sonhe o que quiser, apenas aproveite o máximo que puder, você quer desistir, você quer atenção, mais não se deixe cair, pela primeira vez não vá pelo coração, ouça a razão.

a sua vida não vai terminar essa noite, vá curtir, vá se divertir, estamos no meio de mais de oito bilhões de pessoas não se deixe abalar por apenas uma que esta nesse meio, eu sei que é difícil, eu sei como é amar alguém e não ter a certa consideração, isso corrói por dentro, como se fosse um vírus maligno, capaz de destruir a sua vida, mais não o tema. seja mais forte, você pode.

e sim, a vida é o que fazemos dela, sempre tem seus altos e baixos, temos que estar satisfeitos, pode ter momentos difíceis, mais pare pra pensar, você sempre supera todos eles... não importa o quanto seja "foda", ou o quanto você tenha que lutar, mais tente sair ileso e vencedor, às vezes tem as derrotas, mais depois passe por cima, não deixe sua fé andar sobre cacos de vidro sempre.

- Bam

é uma longuíssima história. na verdade é uma carta, não uma crônica.
eu recebi essa crônica, dia 03 de agosto de 2009. sim, eu. quem escreve
nesse blog, não fazia nem um mês direito que eu conhecia ele. eu não sei
até hoje se ele realmente existiu, ou se eu fantasiei ele. sei que tudo que ele
escreveu aí, não fez mais sentido a partir do dia 17 de agosto de 2010.
quando eu deletei ele da minha vida. eu não queria sentir raiva ou rancor,
ou qualquer outra coisa que faça mal, mas é inevitável, ele me machucou
tanto, tanto, tanto... que eu espero que fique mais pena que ódio dele
dentro de mim. tudo nele foi uma farça, não sei nem o nome dele, tudo
foi uma farça. às vezes acho que ele inventava também o amor, o apelido
dele era esse: Bam. tenho saudade das coisas boas dele, sim. não sou
hipócrita em dizer que não, mas que ele esteja bem, onde quer que esteja.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

lúcido deve ser parente de Lúcifer
a faculdade de ver deve ser coisa do demônio
lucidez custa os olhos da cara.

- Viviane Mosé in Pensamento chão

quinta-feira, 3 de março de 2011

Eu sou um alguém que chora


"somos feitos de carne, mas temos de viver como se fôssemos de ferro."
Sigmund Freud

se dor falasse hein? olhando agora o celular que não toca esperando a mensagem que não chega. que talvez chegue, mas que vai dizer um: não, ou quem sabe depois de amanhã. vai que a gente aprenda a viver a partir de amanhã, ou a gente nunca aprende não é mesmo? olho para os lados e de todas as situações, de todos os meus amigos, eu estou na pior. não é extremamente triste se arrepender e esse arrependimento não transparecer? é difícil acreditar, mas eu só tenho essa verdade, mesmo que você não acredite em uma palavra minha, o que eu venho tentando te dizer é que ando juntando as palavras mais sinceras para demonstrar o tamanho do meu sentimento, da minha dor, da minha culpa, do meu medo, da minha vida, do meu amor, do meu carinho e do pouco que tenho da minha paz para te mostrar que eu tô aqui. que é para você.

- Douglas Lenon
03 de março de 2011

domingo, 16 de janeiro de 2011

então galera, hoje venho indicar um blog o qual recebi um e-mail, na verdade vários e-mails, amo receber e-mail. parei. haha. então, e vou indicar para vocês, deixarei um trechinho aqui para que vocês deem só uma degustada:

"meus sonhos desfiados ao corte da navalha, águas que me dão garra a vida, cortes secos que me dão doçura. ouço os berros do silêncio, deslizando aos ventos quentes, como gotas que nao pingam ao medo de cair. o que parece sofrer, apenas vive." Sarah Habash

Palavras azuis. deem uma passadinha por lá. vale a pena guris e gurias! um beijo para todos que seguem aqui, e para todos que sempre passam por aqui. Doug.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Desaniversário


Lebre: Aniversário? Há, há! Não é chá de aniversário.
Chapeleiro: Claro que não! É chá de desaniversário.
Alice: Desaniversário? Não entendo.
Lebre: Só há um dia no ano em que você comemora seu aniversário.
Chapeleiro: Portanto, os outros 364 dias são desaniversários.
Alice: Então, hoje é meu desaniversário!

tomei meu remédio com chá pela tarde, e ao anotar nos papéis do balcão, e constatar que é dia doze, e faço dezoito anos, lembro da alegre canção do filme em desenho de Alice no País das Maravilhas. e fico meio como a personagem principal mesmo, absorta de tantas dúvidas, algumas possibilidades, e as inúmeras tentativas que já foram e não voltam pelo caminho, sendo recolhidas como as migalhas em João e Maria. eu sempre sofro, eu carrego essa maldição de qualquer toque amoroso mais profundo, ou com grandes chances de dar certo, e a morte letárgica, a flor que vai murchando e definhando aos olhos nus e sem perspectiva de melhor. é como simplesmente a minha fé enorme sufocasse os acontecimentos, assustasse tudo de bom que podia vir a se tornar, qualquer que fosse minha relação, algum dia. por mais que, hoje seja meu dia, é como se eu preferisse que certos acontecimentos nem entrassem na pauta. porque o sofrimento não é agora, mas mais tarde. e em dobro.
me conhecendo pelas minhas frequentes e profundas análises, quase coloco uma placa no peito, de be careful, não se aproxime, mantenha distância, e cuidado, não estacione. não guarde vaga, porque aqui as coisas apodrecem, e nada continua manter vivo por muito tempo. não entrem muito em contato, porque a minha simples falta de sorte, quase contagia. se querem otimismo e necessitam de melancolia e solidão, fiquem perto, mas não muito, que meus simples abraços, minhas ligações no meio da tarde, ou as palavras carinhosas carregam em si alguma urucubaca, algum estigma de fuga, de bruxaria e um reino de sortilégios.
lidei já com tantas perdas, e nenhuma estabilidade, o que vem me cansando há tempos e não é mistério para mais ninguém, quando mais, aqui no blog. é só que, me entopem até a boca de esperanças, de gente boa, e alma completa, e agora do nada uma possível saída de emergência aberta, um buraco onde aparentemente tudo era lindo e intacto. quando eu nem mesmo conhecia tais possibilidades.. dói, e cansa.
e um medo de se apegar, de querer mais ainda a presença do outro, a permanência do outro, sendo que tudo é dúvida, que o que resta é curtir apenas o momento presente, grudando como chiclete velho e sem gosto, que promete impregnar nas vísceras - escolho então para colar no pensamento, na atitude.. nas pequeninas coisas que nos aproximaram, tem nos ligado, e continuam me fazendo encantada, cantando no chuveiro e saltitando pelo centro da cidade. não sei se depois de ontem, e nem como acordei hoje. mas durmi adentrando meu dia com o pensamento para que hoje fique, fique, fique. para que não seja mais um balão a se desprender do meu punhado de felicidade, e que não voe tão cedo para longe, para o irrecuperável.
porque o caminho deveria ser o oposto, e surpresa ruim antes do Birthday, deveria ser proibido. com lei federal, e tudo. vou dormir, e espero que consiga. sabendo, mesmo assim, que a insônia vem me pegar, e não adianta nanar, neném.. tanto barulho por nada, por nada no futuro? Kid Abelha fala mais que todas essas palavras aqui. finito!

- Camila Paier [adaptado]

Comentário: então quero dizer porque escolhi exatamente essa crônica da minha amiga Camila – Calmila –, quando li ela, exatamente no dia que ela postou, achei que um dia faria todo o sentido, e que esse lance de desaniversário realmente é algo que devemos comemorar sempre. hoje eu completo 18 anos de idade. caramba, quem diria que estaria de maior hein. então parabéns para mim poxa, todo mundo tem seu dia afinal, e eu quero me sentir feliz no meu.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010


ainda que digam que é melhor acabar o que nem teve a chance do começo, que não ia dar certo, que o erro deste inconsequente é imperdoável, algo aqui se recusa a entender e aceitar tudo isso; me pede todos os dias antes de dormir ou acordar, e deitar naquela cama praiana, ou na rede, que eu nade contra a corrente, que eu seja novamente inesperada e, apareça.

- Camila Paier

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

não ter memória, nem passado nem presente, é não ser. o que você vive é o que te constroi.

- Suely Araújo