segunda-feira, 15 de março de 2010

e eis então que caminho para a rua, chamo um táxi, entro nele. eis aí que olho pela janela, vejo o parque, o banco, as pipocas que não comprei. eis assim que encosto a cabeça no banco, apanho um cigarro e trago longamente. eis depois que solto a fumaça de um jeito que não sei se é sopro ou suspiro. eis.

- Caio Fernando Abreu

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