domingo, 5 de dezembro de 2010

e nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo além do português, me fazem menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa.

- Lya Luft in Nós, os brasileiros pertencente a obra “Pensar é transgredir”

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