sábado, 25 de dezembro de 2010

sonhar que quando adulta eu seria segura de mim, nunca mais carente, dona do meu nariz, linda, rica e poderosa. deitada num sofá, comendo chocolates (e sendo magra), com dúzias de servas pra me atender.
nunca imaginei que haveria (além das tantas coisas boas) essa história de trabalho, horários, compromissos, conta de banco, doença, fracassos, frustrações, o escambau.

- Lya Luft in Aquelas ilusões pertencente a obra “Pensar é transgredir”

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